Ações como essa nos faze pensar, superficialmente, como a vida deve ser difícil na China. Mesmo o Google+ sendo lançando para um pequeno grupo de usuários em todo o mundo, o país comunista não perdeu tempo em bloquear o serviço dentro de suas fronteiras. Não apenas o serviço do Google está indisponível para os chineses, mas sites de entretenimento como Facebook, Twitter e Youtube já não podem ser acessados no país. Se trata de uma ação comum em países que tendem a coibir o acesso a informação, que em algum ponto pode influenciar pessoas e não mais ser controlada pelo governo.

De acordo com sites asiáticos, o Google+ não está “fechado” para os chineses, como o Facebook, mas seu acesso é tão lento que o torna inutilizável. Essa ação da China reforça as palavras do próprio CEO da Google, Eric Schmidt, que vêem repetindo sempre que pode os problemas que a liberdade de expressão sofre, e sofrerá, em países opressores que não permite o livre acesso a informação para seus habitantes.

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