Cientistas da Universidade de Nagano, Japão, realizaram estudos onde concluíram que da mesma forma que podemos ser identificados pelas digitais, retina e DNA, o nosso modo de andar também é único, o que pode transformá-lo em mais uma forma de identificação. Estudos anteriores realizado com um grupo de 10 pessoas comprovaram a teoria, mas o número era muito pequeno para situações do mundo real. Assim, Todd Pataky, líder da pesquisa, reuniu 104 pessoas e as fizeram caminhar por uma prancha de meio metro de extensão coberta por sensores, a prancha gravou como cada pé aplicava força no chão e como a distribuição de peso mudava quando a pessoa caminhava.

A informação coletada foi colocada em um computador e um algoritmo desenvolvido internamente cuidou do resto. De acordo com resultados, dos 104 passos gravados, o algoritmo errou apenas três, o que se traduz numa taxa de acerto de 99.8%. “Mesmo se eles tivessem o pé do mesmo tamanho, da mesma forma, as pessoas pisam de maneira diferente” explica Pataky. Você consegue ver algum problema em tirar os sapatos durante a fila de embarque?

Com informações, NewScientist.