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Um time internacional de cientistas reunidos na Universidade de Nottingham embarcou em uma ambiciosa pesquisa, procuram desenvolver em laboratório células biológicas que são reprogramáveis, da mesma forma que programas de computador.

Segundo os envolvidos, se obtiverem sucesso nas pesquisas, haverá uma verdadeira revolução na biologia sintética – ramo de estudo que procura construir novas funções e sistemas biológicos. “Estamos tentando criar células parecidas com programas de computador, onde suas funções podem ser alteradas para desempenhar diferentes funções. Como uma máquina, seu hardware não será alterado (NOTA: aqui era a parte complicada), apenas o software sofrerá alterações. Falo de novas formas de vida que não existem na natureza, entidades capazes de realizar funções inéditas e extremamente úteis” – explica o professor Natalio Krasnogor.

O projeto tem um prazo de cinco anos para encontrar o modo de desenvolver essa ideia, e precisamos torcer para que os resultados sejam positivos. Estamos falando aqui do desenvolvimento de novas formas de tratamento de doenças, novas fontes de alimentos e até formas de vida. Pense em algo como bactérias simples, mas que seriam plenamente capazes de digerir resíduos industriais e outros dejetos, defecando algo neutro, que poderia ser absorvido pelo ambiente. Estamos de olho!

Com informações, TG Daily.